Gláucia Santiago na liderança para deputada federal em Itaúna
A candidata a deputada federal Gláucia Santiago, que representa a cidade vizinha de Itaúna e região, aparece na liderança da disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados entre os eleitores de Itaúna. A pesquisa foi encomendada pela TV Minas Centro-Oeste – TV Alterosa/SBT ao Instituto F5 Atualiza Dados.
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Gláucia registra 27,12% das intenções de voto, mais de quatro vezes o percentual obtido por Toizinho, também representante de Itaúna, que aparece com 6,36%. Na sequência, aparece Lohanna França (PV), com 16,31%, uma diferença de 10,81 pontos percentuais entre as duas primeiras colocadas.
Marcinho Hakuna (Podemos) aparece com 9,32%; Neider Moreira (PSB), com 7,63%; Antônio de Miranda – Toizinho (União Brasil), com 6,36%; Alessandro Tomaz – Sandrinho (MDB), com 2,12%; e Hélio Perereca (Mobiliza), com 1,06%. Ainda no cenário estimulado, 16,31% responderam ninguém, branco ou nulo e 12,71% disseram não saber ou permanecem indecisos.
Gláucia também lidera pesquisa espontânea
O levantamento também perguntou aos eleitores em quem votariam para deputado federal sem apresentar previamente uma lista de nomes. Neste cenário, considerado importante para aferir a lembrança espontânea do eleitorado, Gláucia Santiago também aparece na primeira colocação, com 5,08% das intenções de voto.
Toizinho aparece com 1,06%; Lohanna França, com 0,64%; Sandrinho e Nikolas Ferreira registram 0,42% cada. Outros nomes citados aparecem com 0,21%. A pesquisa espontânea também revela um cenário ainda bastante aberto para a disputa proporcional: 60,81% dos entrevistados disseram não saber ou estão indecisos, enquanto 21,40% responderam ninguém, branco ou nulo.
Metodologia
A pesquisa foi realizada entre os dias 30 e 31 de julho de 2026, com 472 eleitores de Itaúna, por meio de entrevistas domiciliares presenciais. O levantamento utilizou metodologia quantitativa do tipo survey, com amostra distribuída proporcionalmente por sexo, faixa etária, escolaridade e nível econômico, com base em dados do TSE e do IBGE. O estudo possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 4,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.



