Projeto reuniu educação ambiental e audiovisual

Iniciativa formou 84 alunos de Itatiaiuçu e Mateus Leme e encerrou a terceira edição do Programa

Projeto reuniu educação ambiental e audiovisual
Foto: Divulgação AMISA

Quarenta e sete estudantes da Escola Municipal Raimundo Benedito de Faria, em Itatiaiuçu, concluíram a terceira edição do Projeto Visões do Amanhã: Cinema Socioambiental, iniciativa do Programa de Educação Ambiental (PEA) das empresas ArcelorMittal, Minerita e Mineração Usiminas. Ao todo, 84 alunos participaram da formação, que também envolveu 37 estudantes da Escola Estadual Alvino Alcântara Fernandes, em Mateus Leme.

O projeto busca fortalecer a educação ambiental, incentivar o protagonismo juvenil e aproximar escolas, comunidades e o setor mineral, contribuindo para a formação de jovens mais preparados para os desafios do futuro.

Durante o projeto, os participantes tiveram oficinas de educação ambiental e produção audiovisual, aprendendo técnicas de roteiro, captação de imagens, gravação, edição e comunicação. A proposta foi utilizar o audiovisual como ferramenta para estimular a conscientização socioambiental e o protagonismo juvenil.

Além das oficinas, os estudantes realizaram visitas técnicas às empresas associadas à AMISA, onde conheceram processos da atividade mineral, práticas de sustentabilidade e a contribuição do setor para o desenvolvimento regional. Eles também participaram de palestras com profissionais de Recursos Humanos, que abordaram temas como elaboração de currículo, mercado de trabalho, comportamento em processos seletivos e competências valorizadas pelas empresas.

Como resultado das atividades, os alunos produziram videocasts com reflexões sobre educação ambiental, mineração, comunicação e perspectivas para o futuro. As produções foram apresentadas à comunidade escolar durante as cerimônias de encerramento realizadas nas duas escolas participantes.

Segundo o analista socioinstitucional da AMISA, Guilherme Rajão, o projeto vai além do ensino de técnicas audiovisuais. “Mais do que aprender técnicas audiovisuais, os estudantes desenvolveram um olhar mais crítico sobre sustentabilidade, mineração e compreenderam seu papel como agentes de transformação em suas escolas e comunidades. Os videocasts refletem esse processo de aprendizagem e demonstram como a educação ambiental pode inspirar mudanças positivas na sociedade”, afirmou.