GRIPE - Vacina infantil entra no Calendário de Vacinação

GRIPE - Vacina infantil  entra no Calendário de Vacinação
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Conforme divulgado pelo Ministério da Saúde, a vacina da gripe agora faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos (a partir de 60 anos de idade), tornando permanente a proteção para esse público. Em 2024, cerca de 589,1 mil crianças já haviam sido vacinadas contra a influenza no estado de Minas Gerais. 

A mudança é que a vacinação contra influenza estará disponível nas unidades de vacinação ao longo do ano e não apenas em campanhas sazonais. Outros grupos continuarão a receber o imunizante em estratégias especiais, incluindo profissionais da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, dentre outros. 

Outras mudanças

Além da inclusão do imunizante contra a gripe, a pasta anunciou a ampliação do período para aplicação da vacina contra o rotavírus: agora, a primeira dose, indicada aos dois meses de idade, pode ser administrada até os 11 meses e 29 dias; enquanto a segunda dose, indicada aos quatro meses, poderá ser aplicada até os 23 meses e 29 dias. 

Além disso, a substituição das doses de reforço da vacina oral contra a poliomielite por uma dose inativada. O esquema vacinal e o reforço passam a ser exclusivamente com a vacina inativada (VIP), que é injetável. 

A imunização contra a covid-19 também faz parte do Calendário para crianças a partir de seis meses a menores de 5 anos de idade, idosos (a partir de 60 anos de idade) e gestantes. 

A vacinação dos demais grupos especiais a partir de 5 anos de idade será realizada periodicamente em qualquer sala de vacina, sendo a cada seis meses para imunocomprometidos e a cada ano para os demais grupos: pessoas vivendo em instituições de longa permanência; indígenas; ribeirinhos; quilombolas; puérperas (aquelas não vacinadas durante a gestação); trabalhadores da saúde; pessoas com deficiência permanente; pessoas com comorbidades; pessoas privadas de liberdade; funcionários do sistema de privação de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; e pessoas em situação de rua. Para a população geral entre 5 e 59 anos, e aqueles que nunca receberam nenhuma dose, a recomendação é de uma dose de vacina para a doença.